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Cozinha Pequena: dicas para aumentar o ambiente sem reforma

O tamanho dos apartamentos vem diminuindo drasticamente ao longo dos anos. Com muitas pessoas morando sozinhas, um grande espaço interno não é tão necessário contando com um morador que passa a maior parte do dia fora de casa.

Para quem gosta de cozinhar, porém, as modernas e minúsculas cozinhas são um verdadeiro pesadelo. Se quebrar paredes dá muito trabalho, a alternativa é seguir algumas dicas fáceis e práticas para dar sensação de um ambiente maior e mais aconchegante.

1) Armários com portas de vidro

Em ambientes pequenos é comum colocar espelhos e investir bastante em vidros para passar sensação de grandeza. Na cozinha, a opção é substituir as portinhas de madeira dos armários por vidros transparentes. Além de mais claridade, visualizar as peças é uma boa ideia.

2) Paredes e armários da mesma cor

Cozinhas pequenas com móveis escuros parecem ainda menores. Cores vivas e claras são as mais indicadas tanto na hora de pintas as paredes quanto no momento de escolher os móveis.

3) Prateleiras abertas

Cada portinha a mais colocada em um local pequeno, reforça a sensação de falta de espaço. Na cozinha, vale investir em prateleiras abertas, com livros ou utensílios bonitos. Além de leve, o ambiente fica com um toque moderno.

4) Papéis de parede 

O segredo neste item é não optar pelos papéis de parede muito decorados. A melhor alternativa é buscar por papéis com linhas verticais, que desviarão o olhar para o teto e amenizarão a falta de espaço.

5) Invista na iluminação

Quanto mais claridade houver no local, mais amplo ele parecerá. Se for possível, é indicado abrir janelas bem localizadas, como atrás do fogão ou ao lado da mesa da cozinha. Se esta não for uma alternativa, as luminárias com luz direcionada são as mais apropriadas.

Fonte: ZH Donna

 

 

Projeto ANTT 3.0 vai auxiliar motoristas

Os usuários de transportes terrestres vão poder contribuir e receber informações em tempo real durante o percurso de viagem, como a identificação do fluxo de veículos e dos serviços oferecidos durante o seu trajeto. A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) concebeu o Projeto ANTT 3.0, que tem como objetivo adaptar a Agência aos novos hábitos digitais da sociedade. Em fase de contratação para o desenvolvimento de ferramentas de colaboração em massa e inteligência coletiva, a implementação está prevista para o final de 2014.

A primeira plataforma do projeto consiste em um aplicativo digital (app) que vai contar com a participação dos cidadãos a qualquer momento e em qualquer lugar. Os usuários das rodovias federais concedidas poderão colaborar com informações em tempo real durante o percurso, como a identificação do fluxo de veículos e dos serviços oferecidos durante o seu trajeto. Já os usuários de transporte de passageiro interestadual e internacional vão poder estimar tempo de viagem, reportar irregularidades e dar sugestões. Por meio da ferramenta, os cidadãos poderão abrir requerimentos formais na Ouvidoria.

A ideia é melhorar a qualidade do serviço público prestado pela ANTT e pelas suas permissionárias e concessionárias, bem como aproximar o usuário da Agência e, dessa forma, gerar relacionamento contínuo e compartilhamento de informações que vão contribuir para soluções dos desafios. Será um canal direto de comunicação com o usuário e entre usuários.

Entre as funcionalidades, será possível, por exemplo, avaliar a qualidade do serviço de transporte terrestre de todos os modais; analisar bens utilizados, como frota, pavimento e pontos de paradas; reportar irregularidades e serviços em desconformidade; encaminhar sugestões e informações para a equipe de fiscalização. Todos esses avisos serão monitorados nos centros de controle operacional da agência e confrontados, com a ajuda de um sistema de inteligência, com as informações provenientes das equipes de fiscalização da ANTT e das concessionárias.

A ferramenta também vai englobar todos os instrumentos digitais oferecidos pelas empresas. Nessa linha, as concessionárias têm desenvolvido iniciativas online para orientar a população no caminho de seus trajetos nas rodovias federais.

“Com as plataformas colaborativas, os usuários poderão planejar sua viagem e, assim, calcular o tempo do trajeto, evitar trânsito, saber as obras que estão em andamento em cada rodovia, clima, pontos de conveniência para alimentação, entre outras funcionalidades. A ANTT tem incentivado as concessionárias a desenvolverem seus aplicativos e oferecerem essa facilidade aos usuários”, destaca Luis Alberto Agra, chefe da Assessoria de Comunicação da ANTT.

Fonte: Blog do Caminhoneiro

 

Rodovias brasileiras precisam de mais de R$290 bilhões de investimentos

Entre janeiro e julho de 2014 já foram multados 2.096; vans escolares apresentam maior índice de problemas

O modal rodoviário é o mais utilizado no Brasil. A estimativa é que cerca de 60% do que é produzido no país passe pelas rodovias. Apesar disso, a qualidade dessa infraestrutura deixa a desejar. Para se ter uma ideia, 79,3% da malha brasileira (que é de 1,7 milhão de km) sequer é pavimentada e, entre as rodovias federais com pavimento, quase 90% tem pista simples.

Conforme o Plano de Transporte e Logística 2014, divulgado em 22 de agosto pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), para solucionar os gargalos, deveriam ser investidos R$ 293,8 bilhões somente neste modal. Os recursos garantiriam, por exemplo, duplicação, pavimentação ou recuperação do pavimento e construção de novas rodovias. Além disso, poderiam ser aplicados, também, em adequações nas pistas já existentes e melhoria da sinalização em 77,1 mil km de vias. O valor não contabiliza os projetos relacionados à mobilidade urbana no modal rodoviário.

A duplicação de vias demanda a maior porção dos recursos: R$ 137,1 bilhões para 14,6 mil km. A segunda maior parcela da verba é necessária para a pavimentação de 12,3 mil km, num total de R$ 50,9 bilhões. Outros R$ 47,2 bilhões precisam ser aplicados para construção de 8,7 mil km de novas vias.

Conforme levantamento da entidade, entre 2007 e junho de 2014, a União e as estatais investiram aproximadamente R$ 74,9 bilhões em rodovias, uma média de 9,8 bilhões por ano. De todos os recursos disponibilizados neste período para infraestrutura de transportes, em média 62,4% foram efetivamente aplicados.

Para a CNT, entre os projetos de destaque no modal estão a duplicação das seguintes vias: BR-116 nos estados de Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; BR-153 em Tocantins, Goiás, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; BR-101 em Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo; BR-070 em Goiás e Mato Grosso, entre Cuiabá e Águas Lindas; da BR-252 na Bahia e da BR-262 no Espírito Santo e Minas Gerais. Entre as novas rodovias necessárias, o Plano destaca a BR-242, no Mato Grosso, entre Sorriso e Querência.

O Plano CNT de Transporte e Logística 2014

As propostas do Plano CNT de Transporte e Logística foram divididas em duas tipologias: Projetos de Integração Nacional e Projetos Urbanos, de acordo com o âmbito territorial, as características do serviço oferecido e as esferas de influência. Além disso, são propostos em conjunto, para que sua operação se dê de forma sistêmica. Para a CNT, o potencial multimodal do país será mais bem aproveitado com a implantação simultânea de todos os projetos.

Os de Integração Nacional estão agrupados em nove eixos de transporte, compostos por diversos modais: o Nordeste-Sul, com extremidades em Fortaleza (CE) e em Rio Grande (RS); o Litorâneo, passando por toda a costa entre Belém (PA) e Porto Alegre (RS); o Norte-Sul, que passa pelo interior do país com extremidades em Belém e Uruguaiana (RS); o Amazônico, entre Tabatinga (AM) e Macapá (AP); o Norte-Sudeste, que liga as duas regiões entre Itacoatiara (AM) e Santos (SP); o eixo Leste-Oeste, que atravessa as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste com extremidades em Cruzeiro do Sul (AC) e Salvador (BA); e o eixo Cabotagem, que liga os principais portos marítimos brasileiros, desde Macapá até Rio Grande.

Já os Projetos Urbanos localizam-se principalmente em regiões metropolitanas: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Distrito Federal e entorno, Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Manaus (AM), Belém (PA), Grande Vitória (ES), Baixada Santista (SP), Natal (RN), Florianópolis (SC), Vale do Rio Cuiabá (MT) e Aracaju (SE). Também aborda projetos para núcleos urbanos de média e pequena dimensão que apresentam influência sobre outras cidades ou estados vizinhos, como: Uberlândia (MG), Campos dos Goytacazes (RJ), Vitória da Conquista (BA), Pelotas (RS), Uberaba (MG) e Petrópolis (RJ).

Fonte: SETCERGS

Bege e azul dão o tom de todas as peças deste apartamento, desde o living até os três quartos

Projeto de interiores da arquiteta Anne Báril tinha a premissa de ser “usável”

Um elenco de materiais nobres protagoniza a decoração das áreas social e íntima deste apartamento de 300 metros quadrados, no bairro Bela Vista, em Porto Alegre. Quem assina o projeto é a arquiteta Anne Báril, do escritório profissional que leva o seu nome.

Entre os pedidos do casal de moradores com dois filhos adolescentes, o principal era o imóvel ser realmente usável, com áreas integradas e toques de cor. Para dar forma ao briefing, a arquiteta precisou modificar a planta original, alterando os locais onde ficavam o lavabo e a lareira. Em seguida, definiu os matizes.

– A morada é muito iluminada, e essa característica permitiu que escolhêssemos tons marcantes como o azul e o marrom para a decoração sem sobrecarregar os ambientes – explica Anne.

As cores escolhidas aparecem dispostas no mobiliário, nas paredes, em tecido e papel, além dos tapetes e ornamentos.

– O equilíbrio do visual fica por conta do forro de gesso branco e do porcelanato polido em tom claro, que utilizamos no piso – observa a arquiteta.

Anne conta que a residência anterior dos proprietários tinha elementos rústicos na decoração – detalhes que precisavam ser mantidos de alguma forma no novo projeto. A profissional, então, criou molduras de madeira para as janelas do living e combinou com materiais sofisticados, como o vidro bisotado que reveste o painel da TV e o mármore da boca da lareira.

No mesmo ambiente, brincou com as cores do projeto, intercalando móveis e tapetes com detalhes em azul, bege e marrom. A cadeira Egg vermelha é o contraste principal do espaço.

–  O tecido do sofá com listras azuis foi escolhido para fazer uma composição com o papel de parede com estampa oriental envelhecida. A proposta confere unidade à decoração – acrescenta Anne.

O mix de cores se entende para o jantar, onde os tons aparecem intercalados por listras no estofado das cadeiras, no tapete persa e no painel de madeira que divide o ambiente do espaço da churrasqueira. Na outra parede, espelhos foram usados como recurso de sofisticação, assim como o lustre com cristais sobre a mesa de oito lugares.

Dormitórios também seguem a mesma proposta cromática

Para o dormitório principal do apartamento, na suíte do casal, a arquiteta investiu em um tecido azul-claro que colore com suavidade a parede atrás da cama. As portas de espelho nas laterais ampliam os espaços e mimetizam as portas que levam ao closet e aos banheiros individuais.

No quarto ao lado, onde o espaço é reservado à filha adolescente, o azul-turquesa das paredes entrega que a menina sabe o que quer. Além da tonalidade, a jovem escreveu as frases que foram impressas em MDF recortado para ornamentar as paredes e ainda opinou nos demais detalhes do projeto.

Já no dormitório do rapaz, as listras com azul surgem de novo, em outra composição.

Fonte: Casa&Cia